quarta-feira, 21 de agosto de 2013

ATIVIDADES DESENVOLIDAS PARA USO NA SALA DE RECURSOS


Estas atividades foram criadas objetivando o uso principalmente para alunos com deficiência intelectual, uma vez que, a aprendizagem e fixação do conteúdo se tornam mais acessíveis quanto mais concreto e visual este conteúdo for apresentado.



CARTAZ INTERATIVO PARA LEITURA DE PARLENDAS

Cartaz de pregas, confeccionado em papel pardo. Texto escrito em letras grandes.


As plaquinhas correspondentes à parlenda foram impressas, plastificadas com fita larga e palitos de picolé foram colados para facilitar o manuseio.
Cartaz de pregas confeccionado em papel pardo, a parlenda foi   escrita em letras grandes, sendo as palavras separadas para acomodação das imagens.
Aqui o trabalho já concluído.





CARTAZ INTERATIVO PARA ASSOCIAÇÃO (IMAGEM X PALAVRA) E PAREAMENTO (PALAVRA X ALFABETO MÓVEL)


Cartaz feito em papel pardo, com pregas para acomodar as letras do alfabeto móvel
Imagens retiradas de revistas, palavras impressas em letra bastão grandes. Esta foto mostra o pareamento.





NUMERAIS X QUANTIDADE
MATERIAL DE APOIO DESENVOLVIDO PARA EXECUÇÃO DE ADIÇÕES. A ESTE MATERIAL PODE AINDA SER AGREGADO O MATERIAL DOURADO DEPENDENDO DA DIFICULDADE DO ALUNO.

Plaquinhas sugerindo diversas possibilidades de adição com os números de 1 a 9

Copinhos confeccionados em cilindros de papelão, cada um com um número de 1 a 9. As plaquinhas em cada copo são referentes a todas as possibilidades para se chegar ao respectivo resultado indicado no copo.


Observações: Todo este material foi confeccionado por mim, baseado em modelos de diversas fontes (sites, blogs, revistas etc) e são utilizados na sala de recursos onde atuo.


Reorganizado em 18/10/2013.










































































































































terça-feira, 6 de agosto de 2013

Reflexões quanto ao papel do professor do AEE na escola e na sala de recursos multifuncional, A importância do estudo de caso para o desenvolvimento do trabalho do professor do AEE e a contribuição do plano do AEE para a aprendizagem e desenvolvimento dos alunos atendidos na sala de recursos multifuncional.
Considerando a Resolução Nº 4, DE 2 de outubro de 2009 que em seu Art. 13 discorre sobre as atribuições do professor do Atendimento Educacional Especializado e entre outras coisas diz que é função do professor :  identificar, elaborar, produzir e organizar serviços, recursos pedagógicos, de acessibilidade  estratégias,  considerando as necessidades específicas dos alunos público-alvo da Educação Especial,  acompanhar a funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos pedagógicos e de acessibilidade na sala de aula comum do ensino regular, bem como em outros ambientes da escola,  orientar professores e famílias sobre os recursos pedagógicos e de acessibilidade utilizados pelo aluno,  estabelecer articulação com os professores da sala de aula comum, visando à disponibilização dos serviços, dos recursos pedagógicos e de acessibilidade e das estratégias que promovem a participação dos alunos nas atividades escolares;
Pode-se considerar o trabalho do professor do AEE de suma importância na construção do conhecimento do aluno.
Este deve buscar a parceria principalmente do professor da sala de aula regular, articulando com o mesmo uma avaliação dos aspectos: cognitivo, motor, social, afetivo, emocional e intelectual do aluno, de forma a destacar suas habilidades e potencialidades e ao mesmo tempo verificar as dificuldades a serem ultrapassadas. Desta forma, após esta reflexão, caberá ao professor da Sala de Recursos planejar um trabalho voltado para o desenvolvimento deste aluno em todos os aspectos percebidos anteriormente de modo a favorecer o seu desenvolvimento em sala de aula comum, bem como em todos os ambientes comuns ao aluno.
O profissional do AEE necessita ainda contar com a participação efetiva da família de modo a receber informações mais específicas do aluno, sendo assim o professor poderá ainda contribuir com a família orientando quanto aos atendimentos, convivência e aprendizagem.
Cabe ainda ao professor de AEE intermediar aos demais funcionários e alunos da escola, os conhecimentos acerca das deficiências, orientar quanto ao trato de alunos com necessidades especiais, tirando dúvidas e desta forma facilitar a inclusão em todos os espaços escolares.

O estudo de caso é indispensável para que se possa construir um plano de aula coerente e de acordo com a especificidade de cada aluno. Por meio dele se cria um histórico da criança onde são resgatados os pontos principais desde o nascimento, a infância, a iniciação escolar, tratamentos, acompanhamentos clínicos e ainda, seu desempenho escolar, tanto social, quanto cognitivo e comportamental. O estudo de caso torna possível ao professor de AEE, identificar as reais necessidades e potencialidades do aluno. Este instrumento é o ponto de partida, onde o professor poderá organizar com maior propriedade o plano de trabalho pedagógico e das demais necessidades que o educando tenha apresentado, sejam elas, educacionais, sociais, de acessibilidade etc.
O plano de AEE vai nortear o trabalho do professor de forma a eliminar as barreiras que venham a impedir a aprendizagem do educando e ainda garantir– lhe a participação no processo escolar e na vida social em geral.
No plano do AEE o professor deve utilizar-se dos dados coletados no estudo de caso e ainda das informações coletadas com os professores de sala regular.
 O segundo passo para a elaboração do plano de AEE é o levantamento de todas as possibilidades para o trabalho com o aluno, sejam elas, físicas, materiais, sociais ou de acessibilidade, que venham a favorecer sua aprendizagem, independência, interação e superação de limites.

Fontes pesquisadas:
A EDUCAÇÃO ESPECIAL NA PERSPECTIVA DA INCLUSÃO ESCOLAR
O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO PARA ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL
RESOLUÇÃO Nº 4, DE 2 DE OUTUBRO DE 2009

terça-feira, 21 de maio de 2013

SUGESTÃO DE PEQUENOS VÍDEOS PARA REFLEXÃO SOBRE AS TECNOLOGIAS


Estes 2 vídeos são bastante interessantes e oferecem a possibilidade de refletir-nos sobre as tecnologias.

Help desk na Idade Média
O Help desk faz um comparativo ao primeiro acesso ao computador e é bem verdade que há algum tempo  PC tratava-se para muitos de um bicho de muitas cabeças.
www.youtube.com/watch?v=BiOykgSxJas‎






Rafinha 2.0.
O Rafinha 2.0 mostra inúmeras tecnologias sendo usadas da maneira mais natural possível, já que a nova geração não tem ideia de que essas ferramentas um dia não existiram.
www.youtube.com/watch?v=UI2m5knVrvg‎






Este é um convite para a leitura do artigo:

EDUCAÇÃO INCLUSIVA: IGUALDADE NA DIFERENÇA



ELDINEA GONÇALVES DE SOUZA1 
ELZA BARBOSA GUIMARÃES2 
MAIARA SOARES PORTO3 
MARIA CRISTINA ZECCHINEL URBANO4 
MARIA SOCORRO DA SILVA SANTOS5 
LUCIENE DE SOUZA VANIN 


                        “A educação inclusiva pode ser definida como uma prática para todos? A construção de uma sociedade inclusiva vai além da teoria. A importância da inclusão está relacionada com o respeito à diferença.” Desta forma inicia-se este artigo que é quase um diálogo com o leitor e discorre sobre os dispositivos legais que asseguram a inclusão do aluno com necessidades educacionais especiais em escola regular e ainda aborda reflexões de diversos autores voltados para este assunto. Considerando a perspectiva de que a escola deva se constituir em um espaço democrático, onde a diversidade seja o ponto de partida para a igualdade de oportunidades, é primordial compreender o aluno, suas características e respeitá-lo como um indivíduo, parte integrante na sociedade. Este artigo conta ainda com citações de Sassaki, Stainback e Stainback, Libâneo, Mittler e Mantoan. 



 Para ler o artigo: EDUCAÇÃO INCLUSIVA: IGUALDADE NA DIFERENÇA
 acesse:


DISPOSITIVOS LEGAIS E NORTEADORES DA EDUCAÇÃO ESPECIAL


Para iniciar serão disponibilizados os links para acesso aos documentos legais que definem e norteiam a Educação Especial.

MEC/SEESP Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva.
Política Nacional da Educação Especial 

RESOLUÇÃO Nº4 DE 02 DE OUTUBRO DE 2009.
Resolução nº4 de 02/10/2009

DECRETO 7611 DE 17/11/2011
Decreto 7611 de 17/11/2011