domingo, 8 de dezembro de 2013

POSSIBILIDADES INCLUSIVAS - DESCRIÇÃO E AUDIODESCRIÇÃO

         Entre as diversas possibilidades que vem sendo apresentadas às pessoas com deficiência é possível observar a audiodescrição como um grande avanço principalmente para pessoas com cegueira e baixa visão. Esta tecnologia permite que a pessoa com deficiência visual possa reconhecer plenamente o que se passa em um filme, ou uma imagem  com riqueza de detalhes.
Fazendo uso destas ferramentas na escola é possível contribuir de forma eficaz com a aprendizagem e reconhecimento de mundo não só do aluno especial, como também, com aqueles não apresentam nenhuma deficiência, já que possibilita a aquisição de conhecimento principalmente por meio de relatos de atividades, filmes, histórias para os alunos de uma sala de aula como um todo.




Aladown e a lâmpada maravilhosa
O jovem Aladown é um valente rapaz que tem
Síndrome de Down. Um dia, ele encontra uma
lâmpada mágica e passa a contar com a ajuda
de um poderoso gênio para viver grandes aventuras.

Alice no país da inclusão
Alice é uma menina autista que vai parar no País da Inclusão,
um lugar onde todos possuem livre acesso e onde
 o preconceito a pessoas com deficiência não tem vez.

A Bela amolecida
No dia do batizado da princesa Ângela, uma malvada feiticeira
 lança sobre a menina uma poderosa maldição. 
Para tentar libertar a moça do feitiço, surge um valente 
príncipe que vem tocando uma potente cadeira de rodas.

Branca Cega de Neve
Branca Cega de Neve é uma linda princesa que não enxerga. 
Quando vai morar com os sete anões na floresta, ela descobre 
que pode usar os seus outros sentidos para se defender 
da malvada madrasta.

João sem braços e o pé de feijão
João sem Braços sobe por um pé de feijão
e vai parar no castelo de um poderoso gigante.
Para fugir e levar a Galinha dos Ovos de Ouro,
ele tem que usar a sua inteligência.

 
Cócegas na floresta - João e Maria
João e Maria são gêmeos que não escutam.
                                          No dia em que encontram uma casinha de doces
                                          no meio da floresta, eles são aprisionados por uma
                                          velha bruxa e precisam usar a língua de sinais para
                                          planejar uma fuga.

Pinóquio das muletinhas
Pinóquio é um boneco de madeira que caminha
 com a ajuda  de duas muletinhas. Só que para 
se tornar  um menino de verdade, ele precisa
 demonstrar que possui um bom e valoroso coração.

O pequeno polegar que não conseguia caminhar
Polegar é um menino que não consegue caminhar.
Ao ser abandonado na floresta, ele decide tomar
conta dos seus irmãos e protegê-los do Ogro Malvado.

O segredo de Rapunzel
A bela Rapunzel vive trancada numa  torre 
até o dia em que um valente príncipe  por ela
 se apaixona. Porém, o príncipe não sabe que
 ela guarda um grande segredo.

Chapeuzinho da cadeirinha de rodas vermelha
Chapeuzinho é uma menina feliz que vive com a mãe
e precisa de uma cadeira de rodas para se locomover.
 No dia em que leva uma cesta de doces para a sua vovó,
ela cai num buraco e precisa da ajuda  do Lobo Mau
 para continuar o passeio.

Cinderela sem pé
Cinderela nasceu sem um dos pés e usa um pé 
de madeira  para caminhar.  Ao ser convidada para o 
baile do castelo,ela conta com a ajuda de sua
 Fada Madrinha para viver uma noite mágica.





"Era uma vez um Conto de Fadas Inclusivo” reúne 11 livros, com textos e ilustrações de Cristiano Refosco e design gráfico de Leandro Selister.
As histórias são inspiradas nos clássicos contos de fadas apresentados em uma versão diferenciada, onde os personagens principais possuem algum tipo de deficiência.

O objetivo principal da coleção é se tornar um instrumento de apoio no trabalho de inclusão das pessoas com deficiência na sociedade, fomentando a utilização dos livros tanto nas atividades escolares quanto no convívio familiar. A coleção inclui um CD com audiodescrição das histórias.

http://www.imaginancia.com.br/index.php

domingo, 20 de outubro de 2013

ATIVIDADE DA 2ª SEMANA DA DISCIPLINA: DEFICIÊNCIA iNTELECTUAL


O material  foi postado na íntegra  em 21 de agosto de 2013 e poderá ser apreciado com todos os detalhes nesta data.


Estas atividades foram criadas objetivando o uso principalmente para alunos com deficiência intelectual, uma vez que, a aprendizagem e fixação do conteúdo se tornam mais acessíveis quanto mais concreto e visual este conteúdo for apresentado.





 





domingo, 8 de setembro de 2013

TECNOLOGIA ASSISTIVA

  • Aranha Mola ou facilitador para escrita é um receptor de lápis ou caneta cujo objetivo é reeducar, estabilizar ou auxiliar o movimento da escrita, controlando a atividade de pinça com realinhamento articular.

sábado, 7 de setembro de 2013

TECNOLOGIA ASSISTIVA

CONCEITO DE TECNOLOGIA ASSISTIVA

Tecnologia Assistiva – TA é um termo ainda novo, utilizado para identificar todo o arsenal de recursos e serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência e consequentemente promover vida independente e inclusão




ENTENDE-SE POR TECNOLOGIAS ASSISTIVAS:


órtese adaptada em arame revestido em tubo plástico 
                  


 “Tecnologias que reduzam ou eliminem as limitações decorrentes das deficiências física, mental, visual e/ou auditiva, a fim de colaborar para a inclusão social das pessoas portadoras de deficiência e dos idosos.”

(MCT - MINISTÉRIO DE CIÊNCIA
 E TECNOLOGIA, 2005)


Lápis adaptado com engrossador






















De acordo com o Decreto 3298 de 1999, que no artigo 19, fala do direito do cidadão brasileiro com deficiência às Ajudas Técnicas:
“Consideram-se ajudas técnicas, para os efeitos deste Decreto, os elementos que permitem compensar uma ou mais limitações funcionais motoras, sensoriais ou mentais da pessoa portadora de deficiência, com o objetivo de permitir-lhe superar as barreiras da comunicação e da mobilidade e de possibilitar sua plena inclusão social.

Parágrafo único.
São ajudas técnicas:
I - próteses auditivas, visuais e físicas;
II - órteses que favoreçam a adequação funcional;
III - equipamentos e elementos necessários à terapia e reabilitação da pessoa portadora de deficiência;
IV - equipamentos, maquinarias e utensílios de trabalho especialmente desenhados ou adaptados para uso por pessoa portadora de deficiência;
V - elementos de mobilidade, cuidado e higiene pessoal necessários
VI - elementos especiais para facilitar a comunicação, a informação e a sinalização para pessoa portadora de deficiência;
VII - equipamentos e material pedagógico especial para educação, capacitação e recreação da pessoa portadora de deficiência;
VIII - adaptações ambientais e outras que garantam o acesso, a melhoria funcional e a autonomia pessoal; e
IX - bolsas coletoras para os portadores de ostomia.”




quarta-feira, 21 de agosto de 2013

ATIVIDADES DESENVOLIDAS PARA USO NA SALA DE RECURSOS


Estas atividades foram criadas objetivando o uso principalmente para alunos com deficiência intelectual, uma vez que, a aprendizagem e fixação do conteúdo se tornam mais acessíveis quanto mais concreto e visual este conteúdo for apresentado.



CARTAZ INTERATIVO PARA LEITURA DE PARLENDAS

Cartaz de pregas, confeccionado em papel pardo. Texto escrito em letras grandes.


As plaquinhas correspondentes à parlenda foram impressas, plastificadas com fita larga e palitos de picolé foram colados para facilitar o manuseio.
Cartaz de pregas confeccionado em papel pardo, a parlenda foi   escrita em letras grandes, sendo as palavras separadas para acomodação das imagens.
Aqui o trabalho já concluído.





CARTAZ INTERATIVO PARA ASSOCIAÇÃO (IMAGEM X PALAVRA) E PAREAMENTO (PALAVRA X ALFABETO MÓVEL)


Cartaz feito em papel pardo, com pregas para acomodar as letras do alfabeto móvel
Imagens retiradas de revistas, palavras impressas em letra bastão grandes. Esta foto mostra o pareamento.





NUMERAIS X QUANTIDADE
MATERIAL DE APOIO DESENVOLVIDO PARA EXECUÇÃO DE ADIÇÕES. A ESTE MATERIAL PODE AINDA SER AGREGADO O MATERIAL DOURADO DEPENDENDO DA DIFICULDADE DO ALUNO.

Plaquinhas sugerindo diversas possibilidades de adição com os números de 1 a 9

Copinhos confeccionados em cilindros de papelão, cada um com um número de 1 a 9. As plaquinhas em cada copo são referentes a todas as possibilidades para se chegar ao respectivo resultado indicado no copo.


Observações: Todo este material foi confeccionado por mim, baseado em modelos de diversas fontes (sites, blogs, revistas etc) e são utilizados na sala de recursos onde atuo.


Reorganizado em 18/10/2013.










































































































































terça-feira, 6 de agosto de 2013

Reflexões quanto ao papel do professor do AEE na escola e na sala de recursos multifuncional, A importância do estudo de caso para o desenvolvimento do trabalho do professor do AEE e a contribuição do plano do AEE para a aprendizagem e desenvolvimento dos alunos atendidos na sala de recursos multifuncional.
Considerando a Resolução Nº 4, DE 2 de outubro de 2009 que em seu Art. 13 discorre sobre as atribuições do professor do Atendimento Educacional Especializado e entre outras coisas diz que é função do professor :  identificar, elaborar, produzir e organizar serviços, recursos pedagógicos, de acessibilidade  estratégias,  considerando as necessidades específicas dos alunos público-alvo da Educação Especial,  acompanhar a funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos pedagógicos e de acessibilidade na sala de aula comum do ensino regular, bem como em outros ambientes da escola,  orientar professores e famílias sobre os recursos pedagógicos e de acessibilidade utilizados pelo aluno,  estabelecer articulação com os professores da sala de aula comum, visando à disponibilização dos serviços, dos recursos pedagógicos e de acessibilidade e das estratégias que promovem a participação dos alunos nas atividades escolares;
Pode-se considerar o trabalho do professor do AEE de suma importância na construção do conhecimento do aluno.
Este deve buscar a parceria principalmente do professor da sala de aula regular, articulando com o mesmo uma avaliação dos aspectos: cognitivo, motor, social, afetivo, emocional e intelectual do aluno, de forma a destacar suas habilidades e potencialidades e ao mesmo tempo verificar as dificuldades a serem ultrapassadas. Desta forma, após esta reflexão, caberá ao professor da Sala de Recursos planejar um trabalho voltado para o desenvolvimento deste aluno em todos os aspectos percebidos anteriormente de modo a favorecer o seu desenvolvimento em sala de aula comum, bem como em todos os ambientes comuns ao aluno.
O profissional do AEE necessita ainda contar com a participação efetiva da família de modo a receber informações mais específicas do aluno, sendo assim o professor poderá ainda contribuir com a família orientando quanto aos atendimentos, convivência e aprendizagem.
Cabe ainda ao professor de AEE intermediar aos demais funcionários e alunos da escola, os conhecimentos acerca das deficiências, orientar quanto ao trato de alunos com necessidades especiais, tirando dúvidas e desta forma facilitar a inclusão em todos os espaços escolares.

O estudo de caso é indispensável para que se possa construir um plano de aula coerente e de acordo com a especificidade de cada aluno. Por meio dele se cria um histórico da criança onde são resgatados os pontos principais desde o nascimento, a infância, a iniciação escolar, tratamentos, acompanhamentos clínicos e ainda, seu desempenho escolar, tanto social, quanto cognitivo e comportamental. O estudo de caso torna possível ao professor de AEE, identificar as reais necessidades e potencialidades do aluno. Este instrumento é o ponto de partida, onde o professor poderá organizar com maior propriedade o plano de trabalho pedagógico e das demais necessidades que o educando tenha apresentado, sejam elas, educacionais, sociais, de acessibilidade etc.
O plano de AEE vai nortear o trabalho do professor de forma a eliminar as barreiras que venham a impedir a aprendizagem do educando e ainda garantir– lhe a participação no processo escolar e na vida social em geral.
No plano do AEE o professor deve utilizar-se dos dados coletados no estudo de caso e ainda das informações coletadas com os professores de sala regular.
 O segundo passo para a elaboração do plano de AEE é o levantamento de todas as possibilidades para o trabalho com o aluno, sejam elas, físicas, materiais, sociais ou de acessibilidade, que venham a favorecer sua aprendizagem, independência, interação e superação de limites.

Fontes pesquisadas:
A EDUCAÇÃO ESPECIAL NA PERSPECTIVA DA INCLUSÃO ESCOLAR
O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO PARA ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL
RESOLUÇÃO Nº 4, DE 2 DE OUTUBRO DE 2009